O tio das melhores batatas fritas que o Bom Retiro já conheceu. Lá estava ele, fielmente ao lado da Fatec, dentro de sua van, vendendo as famosas batatinhas fritas. Não eram simples e comuns batatas. Recebiam o melhor tratamento: catchup, mostarda, queijo parmesão ralado, cheddar, maionese e palitinhos.
Sucesso garantido. Alunos da Fatec, trabalhadores que pegavam o metrô para irem embora, moradores do bairro, taxistas, todos eles paravam um minutinho na enorme fila para comprar o seu pacote grande, médio ou pequeno, à gosto do freguês.
O rapaz que fritava, temperava e vendia as batatinhas fritas era promissor. Além de esbanjar muita simpatia, fazia amizades facilmente e tinha uma visão para o futuro: torcar sua humilde van por uma lojinha maior. Dito e feito. Lá está a loja, na Rua Três Rios, Bom Retiro. As pessoas sentam nas calçadas, lotam o estabelecimento, se espremem para comprar seu pacote.
Curioso é o que o grande tio, o empreendedor, não dá as caras por ali. Será que está tentando ganhar outro ponto? Enquanto isso, sua mulher e filho cuidam do estabelecimento, esbanjando a mesma simpatia.
Numa conversa aqui e outra ali, eis que descubro o motivo do sumiço: depois que abriu o negócio o tio das batatinhas fritas juntou uma grana e fugiu para bem longe com uma menininha de 18 anos…

O personagem da vez é da cidade de Santa Catarina.
Eram Por volta das 15:00 quando entrei em seu táxi. Apesar de estar exausta da viagem, prestei atenção na conversa que tinha com o taxista.
Quase sete horas da noite. A
Ela mora no empreendimento arquitedo pelo governo: o
Comentários